Quem é Melania Trump? A trajetória da primeira-dama dos EUA

A figura da primeira-dama de um país é emblemática, sobretudo nos Estados Unidos da América. Enquanto mulheres que assumiram esse posto anteriormente, como Jacqueline Kennedy, Michelle Obama e Hillary Clinton se destacaram pela popularidade, Melania Trump, esposa de Donald Trump, ainda é um enigma.

 

Melania Trump, mulher com cabelo castanho escuro longo, com um terno vermelho, acenando para o público e sorrindo

Melania Trump é a primeira mulher naturalizada a assumir o posto de primeira-dama – Foto: Reprodução/ND

Durante o primeiro mandato de seu esposo, Melania teve poucas aparições públicas e os seus gestos públicos pareciam manter uma distância de Donald.

Voltando ao posto, a ex-modelo se mantém discreta, mas tem novos projetos em desenvolvimento.

Quem é Melania Trump?

Nascida em 1970, Melania Trump foi batizada inicialmente como Melanija Knavs, em seu país natal, a Eslovênia. Modelo de sucesso. Melania se tornou se naturalizou norte-americana em 2006, após o casamento com Donald Trump.

Em sua carreira de modelo, foi capa de várias revistas conhecidas, como a Vogue, a Allure, a Vanity Fair e a Elle.

Após migrar para os Estados Unidos em 1996, começou a se relacionar com Donald Trump em 1999, com o qual se casou em 2005.

No ano seguinte deu à luz a seu único filho com Trump, o hoje jovem Barron Trump, de 19 anos.

Melania, Donald e Barron Trump de mãos juntas em frente a bandeiras dos EUA

Barron Trump é o único filho do relacionamento de Donald e Melania Trump – Foto: Reprodução/ND

Fluente em esloveno e outras línguas como o francês e o alemão, Melania já foi criticada pela pronúncia do seu inglês.

A atual primeira-dama é a segunda mulher a nascer fora dos Estados Unidos a assumir esse posto e a única naturalizada nesse cargo.

Papel de Melania Trump como primeira-dama

O cargo de primeira-dama é cercado de expectativas pela população e imprensa estadunidenses, já que além de apoio ao esposo, espera que a mulher desempenhe um compromisso social durante esse período.

Sucessora de Michelle Obama no posto, Melania foi extremamente comparada com a advogada, principalmente por seu carisma, oratória e participação social no governo.

Adepta de uma postura mais contida e conservadora, Melania não teve presença tão constante no primeiro mandato de Trump, parecendo desconfortável em alguns momentos.

Após a posse de Donald em 2017, era esperado que ela se mudasse para a Casa Branca de maneira imediata. No entanto, ela e o filho, só foram para Washington D.C depois que ele completou seu ano letivo em Nova York, em junho do mesmo ano.

Amplamente questionada sobre os casos de infidelidade e escândalos sexuais de seu marido, Melania se manteve em silêncio ou preferiu contemporizar, dizendo que as declarações problemáticas e machistas ao longo da campanha eram “conversas de garotos”.

No seu primeiro período enquanto, ela fundou a campanha Be Best (em tradução, Seja o Melhor), voltada para a conscientização contra o cyberbullying, programa que foi ampliado para abranger o combate à pornografia de vingança no segundo mandato.

Mais próxima de ações de proteção às mulheres e crianças, Melania visitou ações e locais de refúgio para as vítimas de violência social, se colocando como uma aliada desse grupo vulnerável.

Ao mesmo tempo, parte de seus discursos e condutas foram vistas como uma tentativa de emular a postura de Michelle Obama, a tornando alvo de críticas.

A relação dela com Trump e projetos atuais

A discrição de Melania continua no segundo mandato, com ela se mantendo distante das principais aparições de Donald Trump.

Essa preservação é ampliada para Barron Trump, seu filho, o qual ela sempre manteve o mais distante possível dos holofotes.

O comportamento gera muitas especulações de separação ou casamento de fachada, pois Melania se mantém em silêncio diante das acusações que pairam sob Trump ou pouco amigável diante da presença dele frente as câmeras.

Melania Trump, com um chapéu, está com o rosto de lado esperando o beijo de Donald Trump, seu marido e presidente dos EUA

Chapéu de Melania Trump impediu Donald Trump de beijar sua primeira-dama – Foto: Saul Loeb/AP

Em 2025, sua mudança para a Casa Branca foi mais rápida, com ela já conhecendo os protocolos e estando mais confortável e habituada à gestão do imóvel presidencial.

A distância dela de Trump também é motivada por projetos pessoais de Melania, que está gravando um documentário para a Prime Video, streaming da Amazon.

Em meio a tais compromissos, a primeira-dama afirma que voltará a aparecer junto ao marido quanto for oportuno e pretende ampliar o Be Best, focando no combate de bullying online e a epidemia de opioides

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