Prefeitura de Poços de Caldas confirma 1º caso de febre amarela em humano no município


Conforme a prefeitura, o paciente é um homem de 36 anos, que está em tratamento médico e sendo monitorado pelas autoridades de saúde. A Prefeitura de Poços de Caldas (MG) confirmou nesta quarta-feira (2), por meio da Secretaria Municipal de Saúde, o primeiro caso de febre amarela em humano no município.
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Conforme a prefeitura, o paciente é um homem de 36 anos, que está em tratamento médico e sendo monitorado pelas autoridades de saúde.
De acordo com a prefeitura, a confirmação reforça o alerta para a circulação do vírus na região, que se encontra em um corredor ecológico onde, desde janeiro, já havia sido registrado um caso em um macaco.
Desde então, diversas ações de enfrentamento têm sido realizadas na cidade, como campanhas de vacinação, Dias D, capacitação de profissionais de saúde, visitas domiciliares para verificação de cartões vacinais, atividades em escolas e empresas, além da imunização do funcionalismo público.
Poços de Caldas – foto aérea
Prefeitura de Poços de Caldas
Com a confirmação do caso em humano, a Secretaria de Saúde intensificou ainda mais as ações de combate. Na manhã desta quarta-feira, o Comitê de Enfrentamento de Arboviroses convocou os agentes de endemias para uma reunião de atualização e definição de novas diretrizes para as visitas domiciliares e a verificação dos dados vacinais.
Até o momento, o Sul de Minas já confirmou duas mortes por febre amarela. Uma em Pouso Alegre e outra em Extrema.
Vacinação
A Secretaria reforça que a vacinação é a principal medida de prevenção. O município conta com 16 salas de vacina, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30. Além disso, o próximo “Dia D” está previsto para sábado, 12 de abril.
Crianças ao completarem 9 meses de vida devem receber 1 dose. Crianças ao completarem 4 anos devem receber 1 dose de reforço. Pessoas de 5 a 59 anos, não vacinadas ou sem comprovante de vacinação, devem receber 1 dose.
Quem tomou apenas 1 dose da vacina antes dos 5 anos de idade deve receber 1 dose de reforço. Para pessoas com 60 anos ou mais, a necessidade da vacinação deve ser avaliada pelo serviço de saúde.
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